Ilustração sobre o segundo turno presidencial de 2026 e o papel estratégico da Bahia.
O segundo turno presidencial de 25 de outubro aproxima-se com a Bahia no centro da estratégia petista. Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) disputam a presidência após o candidato do PL vencer o primeiro turno com 47,03% dos votos válidos contra 45,16% de Lula. Na pesquisa Quaest para presidente desta quarta-feira (14): Flávio Bolsonaro tem 46% e Lula, 44%.
Bahia como colchão eleitoral
No primeiro turno, Lula obteve 66,17% dos votos válidos na Bahia — mais de 5,6 milhões de votos. Mesmo assim, a margem foi menor do que em 2022, o que acendeu o alerta no PT.
O governador Jerônimo Rodrigues (PT), reeleito com 55,8% e vitorioso em 376 dos 417 municípios baianos, assumiu papel central na campanha do segundo turno. Ele reuniu dezenas de prefeitos — incluindo um encontro com cerca de 50 gestores em Guanambi — para organizar a mobilização no interior.
O que está em jogo para o Sul da Bahia
A região tem interesse direto no resultado. Projetos como a FIOL, o Porto Sul e o Polo Logístico de Itabuna dependem de continuidade federal. Em Itabuna o prefeito Augusto Castro entrou na campanha para reeleger Lula.
A abstinência de cerca de 20% do eleitorado baiano no primeiro turno é o principal alvo da campanha. Reduzir esse índice no Sul da Bahia pode ser decisivo para o resultado nacional.
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