A reportagem de Oziel Aragão que revelou o que muitos preferem não ver em Itabuna

Por Andreyver Lima

O papel do jornalismo é revelar o que está por trás da simples noticia. Foi o que aconteceu quando o jornalista investigativo Oziel Aragão encontrou um homem conhecido como “Rasta” durante uma reportagem sobre um terreno abandonado em Itabuna. Em meio ao caos do lixo acumulado, surgiu uma história humana que expõe mais do que um caso isolado: revela uma realidade social que muitas vezes passa despercebida no cotidiano da cidade.



Rasta veio de Salvador e está há cerca de 12 anos vivendo no sul da Bahia. Próximo de se aposentar, ele contou à reportagem como acabou estabelecendo ali uma rotina marcada pela vulnerabilidade. O local onde vive, um terreno tomado por lixo e abandono, evidencia problemas ambientais e retrato das fragilidades sociais que desafiam a própria sociedade.

A reportagem de Oziel cumpre um papel essencial de dar visibilidade ao que muitos preferem não ver. Não é por acaso que se consolidou como uma das vozes relevantes da comunicação no sul da Bahia, atuando no rádio, nas plataformas digitais e em reportagens que frequentemente expõem problemas sociais da região.

Histórias como a de Rasta lembram que o desenvolvimento de uma cidade não pode ser medido apenas por obras ou crescimento econômico. E, às vezes, é a imprensa que encontra personagens invisíveis que nos obriga a olhar para aquilo que a cidade precisa ver.

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