No Hospital Beira Rio, autoridades, parceiros, imprensa e voluntários celebraram o lançamento da 21ª edição do Mutirão do Diabetes — um evento que já ultrapassou as fronteiras do município e se consolidou como referência nacional e internacional em cuidado, mobilização social e promoção da saúde.
O encontro marcou o início de um ciclo de ações que fazem do Mutirão um patrimônio humano de Itabuna: a união de cidade, instituições e pessoas em torno da saúde preventiva, do acolhimento e da informação.
Em 2025, o Mutirão acontece no dia 15 de novembro, com atendimento médico gratuito e ações de prevenção na Cidade do Diabetes, na Praça Rio Cachoeira.
A ONG Unidos pelo Diabetes promove, no próximo dia 9 de novembro, a Pedalada Azul 2025, que faz parte do Mutirão do Diabetes de Itabuna, considerado o maior evento de prevenção e tratamento da doença no mundo, e que este ano chega à sua 21ª edição.
A Pedalada Azul deverá reunir cerca de 1.500 ciclistas, incluindo integrantes dos grupos iEADi Bike, Selva do Pedal, Pedal Pé de Cana, Pedal das Luluzinhas e Os Guardiões, Pedal dos Peixes, Pedal Livre, Pedal da Fé, Pedal Flamengo, Viralatas, Os Madrugas, K-Brutas, Águias do Pedal, Papajaca, Tartaruga Aposentada, Desbloqueados, Pedal Viralitrão e UCC – União dos Ciclistas do Cacau.
Haverá distribuição gratuita de 1.000 coletes, e a ONG está incentivando a doação de dois quilos de alimentos não perecíveis para o recebimento dos kits, que serão entregues nos dias 4 e 5 de novembro. Os alimentos arrecadados serão destinados a instituições beneficentes de Itabuna.
A concentração será às 7 horas da manhã, com atividades físicas, e a largada acontece às 8 horas, em frente ao Hospital Beira Rio, percorrendo ruas e avenidas do centro da cidade. O uso de capacete é recomendado, assim como a hidratação constante e o uso de protetor solar. O percurso será animado pelo DJ Nadinho e pelo cantor e ciclista André Mix.
O presidente da ONG Unidos pelo Diabetes e coordenador do Mutirão, Dr. Rafael Andrade, destaca que “o diabetes é a maior causa de cegueira, falência renal e amputação de membros, entre outras complicações, afetando cerca de 17 milhões de pessoas no Brasil. Mais de 80% dessas pessoas não desenvolveriam a doença se praticassem atividades físicas regularmente e mantivessem uma alimentação saudável”, declarou.
FOTOS: PEDRO AUGUSTO










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